COISAS DA VIDA

Quando a lua apareceu

Ninguém sonhava mais do que eu

Já era tarde, mas a noite é uma criança distraída

Depois q eu envelhecer

Ninguém precisa mais me dizer

Como é estranho

Ser humano nessas horas de partida

É o fim da picada

Depois da estrada começa uma grande avenida

No fim da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída

São coisas da vida

E a gente se olha

E não sabe se vai ou se fica...

Eu não tenho nada pra dizer, por isso digo...

Eu não tenho muito que perder, por isso jogo...

Eu não tenho hora pra morrer, por isso sonho...

 



Escrito por walkiria.binas às 08h10
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