Naquela sala, pela janela, entre tantas cabeças que vem e vão, num raio de mais ou menos cinco metros eu te vejo. Por alguns instantes meu olhar encontra o seu, imperceptível para o resto das cabeças que atrapalham a minha visão. Como você é bonito! Impressionante! Um jeitinho único de "menino-homem" e à medida que me aproximo de você, mais me encanto. Ouço com muita atenção apesar da correria, cada música que você toca e acredite, até o set é perfeito. Tão insegura estou! Ultimamente, alguns dos piores e melhores momentos você estava lá, mesmo que não nos tenhamos tocado ou ao menos cruzado nossos olhares. Que vontade sentir sua boca, sua pele! Se ao menos você soubesse...
" Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentindo quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, só é mais agradável. (...) Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém. "
Cranmarry, Tato, Mario, Fernando e recente integrante Vitor...pra vocês!
É proibido chorar sem aprender, Levantar-se um dia sem saber o que fazer Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas Não lutar pelo que se quer, Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade. É proibido não demonstrar amor Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor. É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos Chamá-los somente quando necessita deles. É proibido não ser você mesmo diante das pessoas, Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você, Esquecer aqueles que gostam de você. É proibido não fazer as coisas por si mesmo, Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos, Não viver cada dia como se fosse um último suspiro. É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram, Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente. É proibido não tentar compreender as pessoas, Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte. É proibido não criar sua história, Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você, Não compreender que o que a vida te dá, também te tira. É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva, Não pensar que podemos ser melhores, Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Não pretendo aquelas transparências, as voltas, não gosto do mau olhado que os reencontros me proporcionariam. Não que esse estado seja desgostoso, nada disso. É que não caberiam agora, algum tempo, tanto amor desinstalado em calmaria, hóspedes de qualquer outra vaga. Não a nossa. Seria entrega, nela caberia um calorzinho a cada instante, eu jurava que essa luminosidade traríamos de mim. Um esforço de chama circense. Gostava de iluminar com sopro, fogo e querosene. Um clarão que só. Sabe aquele fogo? Pois reduziu a pó os pelos, incinerou sobrancelhas e a pretura dos cilios, cremou pentelhos e literalmente desencadeou a maior asia da paróquia. Entre crises gastro-intestinais acredito no mal estar entre ex amantes e na inimizade absoluta em torno deles. Não aceito agrados, recados, nem telefonemas, apago os sinais a fim de não permitir contatos. A resposta, é NÃO. Não estar bem, e assim, nem isso, a nenhum interessar.
Depois de curtir a noite de sábado, veio o domingo.
Um dia lindo e ensolarado, com cara de domingo mesmo! Com direito a um passeio no centro da cidade e sentar no banquinho daquela tão agradável e familiar lanchonete para tomar sorvete.
Final de semana descontraído, eis que chega a segunda-feira.
Levanto-me cedinho como de costume, e começo meu ritual diário. Tão bem eu estava!
Nada poderia dar errado! Não sentia nem frio nem sono.
Preparei minha melhor roupa de trabalho, a mais colorida e leve. Tomei um maravilhoso banho frio seguindo o roteiro matinal. Já pronta, peguei minha bolsa e saí, feliz e satisfeita pelo prazeroso sábado, pelo agradável domingo com minha querida amiga e pela segunda-feira, que começara tão ensolarada.
Ao entrar no ônibus, abri a cortina para apreciar a linda paisagem, o sol brilhando, ruas sem congestionamento, pessoas indo trabalhar, enfim, tudo perfeito!
Foi quando como num piscar de olhos, tudo começou a mudar...
A manhã, que estava tão clara, estava sombria "-Ah, deve ser uma nuvem passageira", pensei. Otimista como sagitariana que sou, não desanimei.
De repente uma surpresa! Uma chuva forte começou a cair e o frio a tomar conta. Naquele momento, senti que as coisas não estavam tão perfeitas como eu imaginei.
Eu, que minutos antes estava irradiando alegria com a minha linda roupa fina e colorida, começava a me preocupar. Inevitavelmente, cheguei no trabalho úmida, com frio e preocupada com dia que estava só começando...